Trocar a empresa de limpeza do condomínio costuma ser decidido em vinte minutos de assembleia, com três propostas na mão e o menor preço em destaque. Seis meses depois vem a conta que ninguém somou: falta não coberta, rotatividade, material que acaba, e às vezes um processo trabalhista batendo na porta do condomínio.
Abaixo estão as perguntas que mudam essa conversa. Elas não exigem que você entenda de limpeza. Exigem que a empresa responda com número e documento.
Faltou o funcionário na segunda de manhã. A empresa manda substituto no mesmo turno, no dia seguinte, ou desconta e pronto? Peça isso por escrito no contrato, com prazo.
Se a resposta for “a gente passa aqui de vez em quando”, não há medição. Peça o modelo de inspeção: rotina por área, nota, data e assinatura de quem recebeu.
O dimensionamento tem que sair da metragem e do tipo de área, não do preço que coube na proposta. Pergunte qual é o cálculo.
Proposta barata que não inclui material vira aditivo no terceiro mês.
O condomínio pode ser chamado como responsável subsidiário. Pergunte quais documentos a empresa envia todo mês para comprovar que está em dia.
Equipe que muda toda hora nunca aprende o prédio. Essa pergunta desconcerta e revela muito.
Supervisão por telefone não enxerga escada suja.
Precisa existir um caminho que não dependa do síndico repassar tudo.
Um fornecedor só significa uma cobrança, um responsável e menos brecha de “isso não é comigo”.
Peça referência de condomínio do mesmo porte, e ligue.
Montamos essas 10 perguntas em um documento de 3 páginas, pronto para imprimir e distribuir aos condôminos.
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Como ajudamos o Mineirão a ser avaliado o estádio mais limpo da Copa do Mundo no Brasil.